Duda Freire se pronuncia nas redes após prisão do pai por tráfico: 'Não é correto que eu seja responsabilizada'
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Duda Freire se pronuncia nas redes após prisão do pai por tráfico: 'Não é correto que eu seja responsabilizada'

Condenado em definitivo, Dyogo Hilario Tocafundo cumprirá pena em regime fechado; prisão ocorreu em bairro nobre da capital

Por O Globo — Rio de Janeiro

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    GERADO EM: 27/02/2026 - 13:55

    Duda Freire se Desvincula do Pai Preso por Tráfico de Drogas

    Duda Freire, influenciadora com quase 3 milhões de seguidores, se pronunciou nas redes após a prisão de seu pai, Dyogo Hilario Tocafundo, por tráfico de drogas. Ele foi detido em Goiânia, cumprindo um mandado definitivo. Duda lamenta a situação, mas enfatiza que as ações do pai não a representam e pede que seu nome não seja associado a ele. Ela destaca sua trajetória independente, iniciada aos 15 anos, e confia na Justiça para resolver o caso.

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    A repercussão da prisão do pai atravessou o noticiário e chegou às redes sociais de Duda Freire. Na tarde desta sexta-feira, a influenciadora decidiu se manifestar publicamente pela primeira vez após a detenção de Dyogo Hilario Tocafundo, preso na quinta-feira em Goiânia por tráfico de drogas, em cumprimento a um mandado definitivo que estava em aberto desde julho de 2025.

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  • Com quase 3 milhões de seguidores, Duda afirmou que sentiu necessidade de se posicionar diante da dimensão que o caso tomou. Em nota, disse que optou por falar “com calma e respeito”.

    “Diante de tudo o que tem sido divulgado nos últimos dias, senti que precisava me manifestar com calma e respeito. Lamento muito a situação envolvendo meu pai e, como filha, me solidarizo com o momento difícil que ele está vivendo. Ainda assim, preciso deixar claro que as decisões e atitudes dele são de responsabilidade exclusivamente dele e não representam quem eu sou, meus valores, minha história ou a forma como conduzo minha vida pessoal e profissional”, escreveu.

    Distanciamento e trajetória própria

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    Na mesma publicação, Duda ressaltou que não mantém convivência próxima com o pai há algum tempo e relembrou que começou a trabalhar ainda na adolescência. “Há um tempo não temos uma convivência próxima por questões familiares. Trabalho desde os meus 15 anos e, muito cedo, precisei assumir responsabilidades, sendo responsável pelo sustento da minha casa e pelos cuidados com minha mãe, minha irmã e tratamento médico do meu avô. E essa realidade continua exatamente a mesma”, afirmou.

    A influenciadora também declarou confiar na condução do caso pela Justiça e pediu que seu nome não seja associado às decisões do pai. “Sempre confiei e continuo confiando na Justiça, que é o caminho correto para apurar os fatos e esclarecer tudo dentro da lei. Tudo o que construí até aqui foi com muito trabalho, esforço e dedicação. Nada veio fácil. Vou seguir focada na minha vida, na minha carreira e nos meus projetos, como sempre fiz. Peço, com respeito, que parem os ataques, os julgamentos e as associações injustas. Não é correto que eu seja responsabilizada ou atacada por escolhas que não são minhas. Agradeço de coração a todos que têm demonstrado apoio, compreensão e empatia”, completou.

    Prisão e histórico criminal

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    Dyogo Hilario Tocafundo, de 46 anos, foi localizado pela Polícia Militar no Setor Marista, bairro de Goiânia. Segundo a corporação, o mandado de prisão definitivo constava no Banco Nacional de Medidas Penais e Prisões e não havia mais possibilidade de recurso. Após a abordagem, ele foi encaminhado à Casa de Prisão Provisória de Goiânia, onde deverá iniciar o cumprimento da pena em regime fechado.

    De acordo com a Polícia Militar, Dyogo possui passagens por tráfico de drogas desde 2008. Ele já havia sido preso em dezembro de 2020 e em abril de 2023, quando cumpriu pena em regime fechado e posteriormente progrediu para o regime aberto. Desde outubro de 2024, estava sem tornozeleira eletrônica por decisão judicial, embora continuasse formalmente cumprindo pena.

    A investigação aponta que ele atuava na modalidade conhecida como “delivery” de drogas, com foco em bairros de maior poder aquisitivo da capital goiana.