Pesquisa revela maioria de estátuas brancas na Casa de Iemanjá, em Salvador (BA); pesquisadores ressaltam origem africana da entidade
atualizado
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De um lado, uma matrona negra de seios volumosos, majestosos e chorosos, símbolo de maternidade fecunda e nutritiva. Do outro, uma espécie de fada, com pele cor de alabastro, um minério macio e branco, magra e esbelta, com pequenos seios e o corpo imponentemente encurvado. Estas duas descrições foram feitas pelo antropólogo francês e baiano de espírito, Pierre Verger, para uma mesma orixá: Iemanjá, que hoje (2/2) recebe dezenas de pessoas no seu dia, no Rio Vermelho, na Bahia.
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Mas, afinal, qual a imagem da Rainha das Águas que vem na sua cabeça? Para Verger, é a primeira opção, cultuado em Ibará, na Nigéria. Já aqui, na morada da mãe de todos, parece que a segunda opção é a mais aceita, ou pelo menos a que mais aparece nas imagens que estão no lugar.
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