Segundo a secretária municipal da Saúde, Tatiane Filipak, a proposta é ampliar o alcance das equipes e facilitar o descarte de materiais que acumulam água. “Neste ano, estamos intensificando os mutirões do Curitiba sem Mosquito para ajudar a população a descartar os materiais inservíveis e que podem se tornar criadouros do mosquito da dengue. Um trabalho conjunto para manter a cidade sem dengue”, afirma.
Na área da Unidade de Saúde São Paulo, na Rua Canal Belém, 6.427, no Uberaba, os agentes de combate às endemias passaram pelos 16 quarteirões da região em 30 de janeiro e voltam em 2 de fevereiro para orientar os moradores. O recolhimento está programado para 3 de fevereiro.
Na sequência, a ação chega à área da Unidade de Saúde Trindade II, na Rua Sebastião Marcos Luiz, 1.197, no Cajuru. Os agentes farão a orientação em 6 e 9 de fevereiro, cobrindo 22 quarteirões. Os caminhões recolherão o material descartado pelos moradores em 10 de fevereiro.
Ações em Tatuquara, Pinheirinho e Boa Vista
O que os moradores devem fazer nos dias de mutirão
Para que o mutirão funcione, a orientação da prefeitura é que os moradores coloquem os materiais para fora do imóvel na data da passagem dos caminhões, deixando os objetos em local de fácil acesso. Resíduos de menor porte devem estar embalados ou ensacados antes do descarte.
O objetivo é retirar principalmente itens que possam acumular água parada, ambiente propício para o desenvolvimento do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya.
O que pode ser descartado no Curitiba sem Mosquito
Nas ações do programa, as equipes recolhem diferentes tipos de resíduos, dentro de limites definidos pela Prefeitura de Curitiba:
A recomendação é que a população aproveite os mutirões para descartar objetos que não têm mais uso e acabam acumulados em quintais, garagens e áreas abertas, reduzindo o risco de focos do mosquito.
O que não entra na coleta
Alguns tipos de materiais não são recolhidos durante o Curitiba sem Mosquito e precisam de destinação específica. Entre eles estão:
Conforme a Secretaria Municipal da Saúde, a participação da população é decisiva para o sucesso da estratégia. Na avaliação da pasta, a combinação entre orientação casa a casa e retirada de materiais que acumulam água reduz de forma significativa o risco de infestação pelo Aedes aegypti nos bairros atendidos.