Brasileiros afirmam que segurança piorou e assistência melhorou sob Lula
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Brasileiros afirmam que segurança piorou e assistência melhorou sob Lula

Pesquisa do Instituto Paraná Pesquisas avaliou a percepção dos brasileiros sobre situação financeira, saúde pública, segurança e assistência social no governo Lula, entrevistando 2080 eleitores em todo o país.

Resultados apontaram piora nas áreas de segurança pública (44,3%) e saúde pública (33,8%), estabilidade ou piora na situação financeira e percepção de melhora na assistência aos mais pobres (37,6%).

Amostra representativa incluiu moradores de 26 estados e do Distrito Federal, com entrevistas realizadas presencialmente entre 25 e 28 de janeiro de 2026, apresentando grau de confiança de 95% e margem de erro de 2,2 pontos percentuais.

Este resumo foi gerado por inteligência artificial e cuidadosamente revisado por jornalistas antes de ser publicado.

Pesquisa do Instituto Paraná Pesquisas questionou sobre a percepção dos brasileiros em temas centrais como situação financeira, saúde pública e assistência social no atual governo Lula.

Para os entrevistados, as questões de segurança e de saúde pública pioraram; já em relação à assistência aos mais vulneráveis, a percepção é de melhora. Veja a avalição:

Percepção quanto a situação financeira

  • Melhorou - 30,1%
  • Permaneceu igual - 37,2%
  • Piorou - 31,1%
  • Não sabe/ não opinou - 1,6%
  • Percepção quanto a situação da saúde pública

  • Melhorou - 28,6%
  • Permaneceu igual - 34,3%
  • Piorou - 33,8%
  • Não sabe/ não opinou - 3,4%
  • Percepção quanto a situação da segurança pública

  • Melhorou - 20,0%
  • Permaneceu igual - 32,4%
  • Piorou - 44,3%
  • Não sabe/ não opinou - 3,3%
  • Percepção quanto a situação dos mais pobres, ou seja, aqueles em situação mais vulnerável

  • Melhorou - 37,6%
  • Permaneceu igual - 27,6%
  • Piorou - 31,5%
  • Não sabe/ não opinou - 3,3%
  • Para a realização desta pesquisa foi utilizada uma amostra de 2080 eleitores em 26 Estados e Distrito Federal em 160 municípios. Tal amostra representativa do Brasil atinge um grau de confiança de 95,0% para uma margem estimada de erro de 2,2 pontos percentuais para os resultados gerais.

    A coleta de dados foi realizada através de entrevistas pessoais, domiciliares e presenciais, entre os dias 25 e 28 de janeiro de 2026.