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A fruta é especialmente vantajosa para o coração
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Aliada do peito
Uma revisão narrativa de 124 estudos conduzida por pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) indica que tanto a polpa quanto a casca da fruta concentram compostos com potencial cardioprotetor.
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Os motivos
A melancia é rica em L-citrulina, aminoácido que pode ser convertido em L-arginina, crucial para a síntese de óxido nítrico. No organismo, essa substância contribui para a vasodilatação, a regulação da pressão arterial e a proteção contra processos inflamatórios.
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Um desafio
Só que, para atingir a dose mínima eficaz da substância, seria necessário comer de 3 a 5 kg de polpa por dia. “A produção de um pó permitiria concentrar maior quantidade da substância e dos demais compostos bioativos”, comenta o nutricionista Diego Baião, primeiro autor da revisão.
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Outras riquezas
Mas nem só de L-citrulina é composta a melancia. A polpa e a casca têm poucas calorias e, ao mesmo tempo, fornecem carboidratos, vitaminas e minerais, segundo a nutricionista Ana Clara Ledezma Greiner de Souza, do Einstein Hospital Israelita.
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Ação antioxidante
A versão vermelha, muito mais comum, acumula licopeno, e as melancias amarelas ofertam betacaroteno. Ambos são representantes dos carotenoides, família de pigmentos de potente ação antioxidante e que também desponta em estudos pela atuação cardioprotetora.
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Poder de hidratação
Não bastasse ofertar compostos protetores, a fruta ajuda a refrescar e hidrata o organismo como poucas. Inclusive, relatos históricos revelam que ela serviu para matar a sede em travessias pelos desertos na África, seu continente de origem.
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No dia a dia
A melhor maneira de incluir a melancia no dia a dia é na versão in natura. “Assim se preservam melhor os nutrientes”, afirma Ana Clara. Suas fatias podem vir no café da manhã, como opção de sobremesa no almoço e jantar ou nos lanches entre as refeições.
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Conheça mais sobre os benefícios da melancia:
Texto
Regina Célia Pereira (Agência Einstein)
Produção
Gabriel Damasceno